Projeto que trata de atendimento psicológico permanente na Rede Municipal de Ensino foia provado na quinta-feira, 11, pelo plenário, em última votação.
De iniciativa da vereadora Léia Klébia (Podemos) a proposta prevê que o atendimento seja realizado por profissional devidamente registrado no órgão de classe competente, que passe por por capacitação mínima específica para a prestação de atendimento a crianças e adolescentes, de modo a permitir a identificação de comportamentos e manifestações individuais e coletivas de situações de violência doméstica, abuso sexual, bullying, uso de drogas, risco de suicídio e violências em geral.
“Em Goiânia. segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PENSE), divulgada em julho/2022 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), Goiânia é a oitava capital brasileira com mais bullying nas escolas”, citou a parlamentar.
“No total, 43.3% dos alunos de instituições de ensino público e privado da capital disseram ter sido alvos. Em todo o país, 23% afirmaram ter sido vítimas de algum tipo de bullying na escola por mais de duas vezes. No ambiente feminino o percentual foi de 26.5% enquanto entre os meninos esse número foi menor – 19.5%. Já em decorrência de instituições, os casos em escolas públicas foram de 23% e nos colégios particulares, 22.9%”, emendou.
De acordo com Léia, “levantamento global da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) coloca o Brasil entre os de índices mais altos do mundo no ranking das agressões contra professores e que tem se mantido nos últimos anos”.
